O “funcionário do povo” destaca que o acompanhamento rigoroso dos recursos públicos é a maior prova de respeito aos cidadãos de Simões Filho e reafirma sua independência.
A transparência não é apenas uma palavra de ordem, mas a prática diária do mandato do vereador Everton das Placas (União Brasil). Dando continuidade às ações de controle e após a recente visita técnica ao Tribunal de Contas dos Municípios (TCM-BA) — onde buscou informações detalhadas sobre contratos celebrados pelo Executivo municipal —, o parlamentar fez questão de vir a público para esclarecer o verdadeiro sentido do seu trabalho de fiscalização.
Em um cenário onde a cobrança por resultados e clareza muitas vezes tenta ser desqualificada ou mal interpretada por adversários, Everton foi categórico ao separar o dever constitucional da velha politicagem. Para o “funcionário do povo”, exigir que cada centavo do contribuinte seja bem investido e aplicado com lisura é a essência do cargo que ocupa.
“Nosso compromisso é acompanhar de perto a aplicação dos recursos públicos, cobrar transparência e defender os interesses da população. Fiscalização séria não é perseguição. É dever de quem foi eleito para representar o povo. Seguimos firmes, trabalhando com responsabilidade, respeito ao dinheiro público e compromisso com a nossa cidade”, cravou o vereador.
Respeito ao dinheiro público como prioridade
A declaração firme de Everton das Placas reforça o papel da Câmara Municipal como um pilar de equilíbrio, justiça e proteção do patrimônio de Simões Filho. Para o parlamentar, o bom gestor não deve temer o acompanhamento do Legislativo, mas sim enxergá-lo como uma garantia de que a máquina pública está funcionando em benefício exclusivo da sociedade.
A equipe de comunicação do vereador garante que a postura vigilante será mantida e intensificada. As idas aos órgãos estaduais de controle, as cobranças por ofício e a análise minuciosa de documentos continuarão sendo rotina no gabinete de Everton. A mensagem deixada pelo vereador é cristalina: seu mandato não abre mão de proteger Simões Filho, provando que é possível fazer política com coragem, independência e, acima de tudo, mãos limpas.


